PROSPECTOS BRASILEIROS DO MMA NA DIVISÃO PESO PENA FEMININO PARA 2026

O peso-pena feminino (145 lb) é uma categoria que não existe mais atualmente no UFC, mas que já foi palco de uma das lutas mais icônicas da história do MMA feminino: Amanda Nunes vs. Cris Cyborg. O confronto terminou de forma inesperada, com o nocaute rápido de Amanda, e a revanche jamais aconteceu. Além disso, o fato de Amanda Nunes ter defendido simultaneamente dois cinturões acabou travando a divisão e dificultando sua estabilização. Desde então, a categoria perdeu visibilidade no maior evento de MMA do mundo, sendo oficialmente encerrada alguns anos atrás.

Ainda assim, diversos fatores podem, eventualmente, reacender o interesse pelo peso-pena feminino, como a dificuldade recorrente de atletas do peso-galo em bater o limite de 61 kg, o fato de Kayla Harrison precisar cortar muito peso para competir em categorias abaixo, além das narrativas envolvendo nomes como Cris Cyborg, Amanda Nunes, Kayla Harrison e Larissa Pacheco. Por ora, no entanto, as atletas da divisão precisam avaliar cenários como a descida para o peso-galo (135 lb) caso busquem espaço no UFC.

Este recorte, realizado em janeiro de 2026, destaca três nomes brasileiros do peso-pena, considerando ranking nacional, idade, cartel e relevância competitiva recente.

  • Cris Cyborg segue sendo uma figura central na categoria, mesmo após décadas de carreira. A brasileira possui apenas mais uma luta em seu contrato com a PFL e já manifestou diversas vezes o interesse em retornar ao UFC. Embora tenha anunciado que pretende se aposentar após esse último compromisso, um eventual retorno ao UFC para grandes confrontos — como uma luta contra Kayla Harrison ou até mesmo as revanches contra Amanda Nunes ou Larissa Pacheco — poderia estender a carreira da lenda por mais algumas apresentações de alto nível. Independentemente do futuro, Cris permanece como um nome diretamente ligado à relevância histórica do peso-pena feminino.


  • Larissa Pacheco, aos 33 anos, é a brasileira mais ativa no peso-pena nos últimos anos. Recentemente, ela se tornou agente livre após se desvincular da PFL e já demonstrou interesse em ingressar no UFC. Atualmente, Larissa tem participado da preparação de Amanda Nunes para a luta contra Kayla Harrison, o que reforça seu vínculo com a elite da divisão. Também é importante destacar que Larissa foi a única atleta a derrotar Kayla Harrison em 20 lutas profissionais, feito que segue sendo um grande diferencial em seu currículo e a mantém relevante em qualquer discussão sobre o futuro da categoria.


  • Geovanna Moura, aos 27 anos, com 1,72m de altura, constrói sua trajetória de forma mais discreta, mas consistente. Com um cartel profissional de 4 vitórias e 1 derrota, ela conquistou duas vitórias em 2025, mostrando evolução e atividade. Embora ainda atue no cenário nacional, suas performances indicam potencial de alto nível. Seja mantendo-se no peso-pena ou buscando uma adaptação ao peso-galo (135 lb), os caminhos apontam para tentativas de inserção no cenário global do MMA feminino nos próximos anos.


💬 Resumo: O peso-pena feminino brasileiro vive um momento de indefinição, diretamente ligado à ausência da categoria no UFC. Ainda assim, nomes como Cris Cyborg e Larissa Pacheco mantêm a divisão viva no imaginário do MMA, enquanto atletas como Geovanna Moura representam uma possível renovação. O futuro da categoria dependerá tanto de decisões estratégicas das atletas quanto de movimentos do próprio UFC.

🗣️ Discussão: você acredita que o UFC pode, em algum momento, reativar o peso-pena feminino? Ou o caminho mais realista para essas atletas é a adaptação ao peso-galo?

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